
Em 1893 surge, em meio a polêmicas, o rádio. Roberto Landell descobre a transmissões de rádio, porém Gurglielmo é tido como verdadeiro criador do meio de comunicação. Nesta época as rádios não transmitiam publicidade e os programas eram mais elitistas, afinal era a elite brasileira que sustentava o veículo.
Em 1938 é criada a rádio Globo que posteriormente seria chamada de rádio AM. Getúlio Vargas que à época era Presidente da República aproveitou-se do poder da rádio para desenvolver uma imagem positiva de seu governo, assim como Hitler vinha fazendo na Alemanha.
A rádio AM era considerada pelos ditadores como instituição subversiva.
A década de 40 foi a de maior criatividade e popularidade dos veículos de rádio e na década de 50 uma ameaça surge para o rádio, nasce a televisão. Mas, mesmo sendo um veículo que associava som a imagem, a rádio AM continua fortalecida e popular como antes, porém nos anos 70 quando a ditadura se afrouxou foi considerada rádio “brega”.
Na década de 80 as rádios AM começam a ser compradas pelas mais variadas religiões desde a Igreja Católica e a Igreja Universal do Reino de Deus até a mais obscura seita protestante. Alguns dizem que as próprias seitas dirigiam-se voluntariamente aos donos das rádios para comprar as emissoras, mas alguns dizem que tal prática deveu-se a vontade dos próprios donos em livrar-se e trabalharem para as FMs, cujo custo era baixo e a incidência de “jabá” (esquema de propinas que favorece o superfaturamento das FMs) era muito alta.
Em 1938 é criada a rádio Globo que posteriormente seria chamada de rádio AM. Getúlio Vargas que à época era Presidente da República aproveitou-se do poder da rádio para desenvolver uma imagem positiva de seu governo, assim como Hitler vinha fazendo na Alemanha.
A rádio AM era considerada pelos ditadores como instituição subversiva.
A década de 40 foi a de maior criatividade e popularidade dos veículos de rádio e na década de 50 uma ameaça surge para o rádio, nasce a televisão. Mas, mesmo sendo um veículo que associava som a imagem, a rádio AM continua fortalecida e popular como antes, porém nos anos 70 quando a ditadura se afrouxou foi considerada rádio “brega”.
Na década de 80 as rádios AM começam a ser compradas pelas mais variadas religiões desde a Igreja Católica e a Igreja Universal do Reino de Deus até a mais obscura seita protestante. Alguns dizem que as próprias seitas dirigiam-se voluntariamente aos donos das rádios para comprar as emissoras, mas alguns dizem que tal prática deveu-se a vontade dos próprios donos em livrar-se e trabalharem para as FMs, cujo custo era baixo e a incidência de “jabá” (esquema de propinas que favorece o superfaturamento das FMs) era muito alta.

Em 1955 surge a primeira transmissão experimental da rádio FM ou freqüência modulada, pela rádio Imprensa, do Rio de Janeiro, mas foi extinta em dezembro de 2000. A sua introdutora Ana Khoury se desligou do projeto por divergências de opinião com o Grupo de Roberto Marinho, que adquiriu a emissora. A rádio foi usada na ditadura como grande arma para promover a alienação da população, não só pela programação musical, mas pela imitação grotesca da programação da rádio AM.
Nos anos 80 a rádio utilizou-se de grande segmentação de público, investindo em músicas de todos os gêneros e assim popularizou-se, principalmente entre os mais jovens.
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